A conferência

A aceleração das mudanças globais está a afetar cada vez mais o ambiente e os nossos modos de vida, com o futuro a entrar rapidamente no presente, forçando pessoas, sociedades e sistemas políticos a enfrentarem novas realidades – algumas das quais difíceis de compreender ou até de reconhecer.

À escala global, a adoção em 2015 da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e do Acordo de Paris, assinalou uma consciencialização inédita sobre desafios e ameaças para a Humanidade e o Planeta. A realização dos compromissos assumidos depende, como sempre, da vontade e capacidade dos países, regiões, comunidades, instituições públicas e privadas, famílias e indivíduos. Os consensos são regra geral mais complexos quando respeitam a bens públicos e comuns – afinal, para quê desperdiçar recursos financeiros ou tempo, quando o trabalho pode ficar para os outros?

Ainda assim, existem progressos. Cada vez mais, Estados, grandes empresas e instituições financeiras utilizam o enquadramento e indicadores de desenvolvimento sustentável nos seus planos estratégicos e nas operações de investimento ou crédito. Seja por razões de interesse económico, de missão, ou de resposta a preferências dos consumidores e dos cidadãos, a sociedade civil e o setor privado estão a agir, nalguns casos mais rapidamente do que (ou mesmo até contra) os governos. Num tempo de aceleração e incerteza sobre as transformações globais em curso, a sustentabilidade já não está confinada a instituições ou setores específicos, ela passou a ser uma preocupação partilhada por todos. Tudo indica que entramos finalmente na fase de agir.

A 4ª Conferência de Lisboa centra-se em domínios onde a rapidez das alterações aproxima o futuro do presente: Tendências Demográficas, Alterações Climáticas, Transições Energéticas, Revolução Digital, Desigualdade e Modelos de Crescimento, Mudanças Geopolíticas, Desafios Societais. Os temas ligados a estes domínios são debatidos no contexto da pandemia e dos cinco Pilares da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável: Pessoas, Planeta, Prosperidade, Paz e Parcerias.


Oradores


Painéis 4ª Conferência de Lisboa

Oito mil milhões de pessoas, e então?

As divergências sobre a ação climática: que energia para qual futuro?

O medo como arma política

O dilema desigualdades - crescimento

Como a aceleração tecnológica molda as nossas vidas

Democracia liberal e multilateralismo debaixo de fogo

Que União Europeia para que admirável mundo novo?

Do Game Boy à Covid-19: conversa aberta entre millennials

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