Opinião e Debate

Entre os ditadores derrubados pela Primavera Árabe de 2011, o líbio Muammar Kadhafi foi o que teve o destino mais trágico: nem o exílio, como o tunisino Ben Ali, nem a prisão, como o egípcio Hosni Mubarak. Teve um fim bem mais parecido com o do líder iraquiano Saddam Hussein, derrotado, capturado e executado quase uma década antes.

A crise causada pelo assassínio de Soleimani contribuiu para reforçar o poder dos falcões em Teerão e comprometer o relacionamento dos EUA com as autoridades iraquianas, ressentidas por não serem informadas da operação militar.

Quem o diz é o relatório anual do Instituto de Pesquisa do Crédit Suisse, que há dez anos mede a riqueza do mundo. Estados Unidos e China foram os maiores contribuintes para o crescimento da riqueza, que alcançou o recorde de 360 biliões de dólares. A crescer está também a desigualdade de distribuição da riqueza

Francisco Seixas da Costa

Quando o mundo acordar…

Um poder global não pode ser apenas económico, como a UE bem o prova, pela negativa. O mundo demorou muito a acordar face à China, como se constatou no comunicado final da recente cimeira da NATO.

Francisco Seixas da Costa

O destino das Américas

Se há coisa que a história cada vez mais nos ensina é que temos de ser muito prudentes ao ler os seus sinais. Prudentes e modestos, em especial na tentativa de dela tirar ilações para o futuro.

Independentemente de sugestões concretas, o que sobretudo importa é que Portugal melhore as estruturas de planeamento, coordenação, implementação e revisão da estratégia, com base em boas práticas internacionais.